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31/12/2008
Tratamento VIP para a Nacional Gás
No mês de novembro, a Associação dos Amigos do Ferroviário Atlético Clube (AAFAC) comprou um novo fogão industrial para a cozinha do Ferroviário.
Desde que chegou na Barra do Ceará, o gerente geral do clube, Eduardo Hamester, vem apontando algumas melhorias prioritárias no patrimônio coral. Devido à pré-temporada e ao campeonato que se avizinha, surgiu a demanda de dar melhores condições à cozinha. A AAFAC prontamente atendeu.
Além de melhores condições para a alimentação dos atletas, o novo fogão dará um tratamento VIP ao produto de nosso novo patrocinador, que atua no segmento de fornecimento de gás.
O Sócio-Torcedor pode acessar a área restrita deste portal e constatar esta aquisição na prestação de contas do mês de novembro. Na foto: o fogão novo e o velho. Não precisa dizer qual é um e qual é o outro.
Postado por Vitor Borges Monteiro
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29/12/2008
Almoço coral e feliz ano novo
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Foi muito bom o almoço da última sexta-feira, dia 26. A convite do amigo e sócio-torcedor "Jonatas Navarro", nos encontramos em um restaurante da cidade e por horas ficamos conversando sobre vários assuntos corais. Também estavam por lá: Vitor Monteiro, Carlos Augusto e Emmanuel Garcia. Como é bom falar do Ferrão!
Imensamente agradecido por esta honrosa recepção oferecida por "JN", aproveito para desejar um feliz ano novo à todos os torcedores corais!
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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16/12/2008
A Barra é Nossa: recordando 17/5/2003
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A Barra é Nossa!
Contrariando os mais desinformados, que teimam em dizer que jogar da Barra dá azar, gostaria apenas de lembrar que o Ferrão tem mais vitórias dentro do seu próprio estádio do que a soma de todos os empates e derrotas lá acontecidos. Portanto, Barra neles! É a nossa casa e quem manda é a torcida coral. Já notaram que, em jogos decisivos e com motivação, o público na Barra ultrapassa a casa dos 4000 torcedores, enquanto que no PV, quando muito chega aos 2500? Não há dúvidas de que temos que mandar nossos jogos no Elzir Cabral. O PV é aprazível, mas a Barra é o nosso alçapão. O público que vai ao Presidente Vargas precisa se acostumar a ir à Barra, basta o Ferrão se acostumar a jogar lá com freqüência e em isso acontecendo, brevemente estaremos falando aqui em ampliar o nosso estádio. A solução está dentro de casa. Podem apostar.
O texto acima foi extraído da primeira edição da Arquibancada On-Line, coluna que tive o privilégio de escrever no antigo Site Oficial do Ferroviário, entre os anos de 2003 e 2004. Mais precisamente no dia 17 de Maio de 2003, a antiga coluna entrava no ar abordando justamente um tema que passou despercebido nos últimos cinco anos. Felizmente, hoje já se fala em ampliação do Elzir Cabral. Mais do que isso, hoje já se tem algo de muito concreto nesse sentido.
E o melhor: perceberam que não se fala mais do tal "azar", reiteradas vezes proclamado pelos que adoram espezinhar o Ferroviário e pelos torcedores de baixa-estima? Durante o Estadual de 2008, todos os jogos realizados na Barra tiveram casa cheia. A pressão foi enorme e as vitórias vieram naturalmente.
Aguardem 2009... o Elzir Cabral vai ficar pequeno para uma torcida apaixonada e louca de saudade. E vamos, todos, participar do processo de ampliação do Elzir Cabral. Porque a Barra é nossa e disso jamais podemos esquecer.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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03/12/2008
A força que vem dos ventos
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O torcedor coral que for a Vila Olimpica Elzir Cabral vai se deparar com uma grande novidade. Devido aos altos custos com energia elétrica, recentemente o presidente Paulo Wagner Pinheiro dotou o complexo coral de um sistema de geração de energia própria para bombear água para a irrigação do campo.
O cata-vento possui várias utilidades, seu nome está associado comumente ao aproveitamento da energia eólica em aplicações engenhosas, como a moenda (os moinhos de vento), o bombeamento de água, ou em conceitos mais modernos, para geração de energia elétrica, através dos aerogeradores.
Alguns estudiosos acreditam estar na Pérsia 915 a.C, hoje Irã, a origem do cata-vento. A energia obtida com os cata-ventos prestou muitas aplicações no passado, moer grãos e bombear água foram apenas algumas delas. Eles foram utilizados também para extração de óleo, transformação do papel, preparação de pigmentos e tinturas, dentre outras. Foram também a principal fonte de energia durante toda a Idade Média.
Apesar de parecer ultrapassado, é justamente a energia eólica que sinaliza ser a solução para geração de energia no futuro. Investir na geração de energia que vem dos ventos além de ser uma política ecologicamente correta, incorre em baixos custos comparados com obras como hidroelétricas. Vale ressaltar também que é uma fonte de energia inesgotável comparada com as energias geradas pelos combustíveis, gás natural e atômica.
Espero que a força dos ventos da Barra do Ceará gerem muito mais que simples energia, espero que traga consigo fluidos positivos para o Ferrão obter sucesso em 2009. E se for depender de vento, não tem pra ninguém, o título ficará na Barra do Ceará.
Postado por Vitor Borges Monteiro
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28/11/2008
"É nós na Finta!"
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O anúncio oficial da assinatura de contrato com a Finta pegou muita gente de surpresa. A maioria da torcida do Ferroviário jamais imaginou que a boa nova fosse possível. Apesar dos rumores sobre o acordo terem vazados nos últimos 10 dias, as negociações começaram há bastante tempo, mais precisamente no início de julho. Depois de um trabalho de prospecção em cerca de cinco fornecedoras de escol, a possiblidade de acordo com a Finta foi a que mais prosperou nos contatos iniciais. Felizmente, na última quarta-feira, tudo foi sacramentado.
Ter uma grife respeitável para o material esportivo do Ferrão é um desejo antigo de várias mentes que compõem o atual Ferroviário. Por tudo aquilo que isso representa, desde a elevação da auto-estima dos atletas até as amplas possibilidades de penetração no mercado, o que potencialmente valoriza a marca do clube nos mais diversos segmentos sociais. Sem falar, claro, no patrocínio anual de R$ 200.000,00 em produtos esportivos previstos em contrato.
Desde os primeiros contatos com o representante comercial Francisco Aécio, um verdadeiro entusiasta da idéia, ao desfecho final com o Presidente da Finta, Irisléuton Bertolini, entre almoços, reuniões e intermináveis ligações telefônicas para São Paulo, a certeza de que a Finta poderia ser parceira no processo de reestruturação do Ferroviário foi ficando, a cada dia, mais evidente. A negociação até sofreu o assédio da concorrência, aos 45m do 2° tempo, com a intervenção de uma outra marca nacional que queria vestir o Ferrão. Como não poderia deixar de ser, a escolha recaiu sobre a marca mais atraente, que desde o início demonstrou respeito e atenção aos interesses do clube.
Estão todos de parabéns. Afinal, "é nós na Finta", como já diz a ala jovem de torcedores do Ferrão, todos ansiosos por dias melhores. O acerto com a famosa multinacional é apenas uma prova de que a militância em prol do clube é capaz de quebrar paradigmas e conquistar até mesmo o que parece improvável, até porque uma pequena dose de boa vontade e preparo removem todos os obstáculos.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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07/11/2008
O exemplo que vem de Goiânia
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Ontem o Atlético Goianiense garantiu sua vaga para a Série B do Brasileirão 2009. Um time bastante simpático, bem organizado e que merece os nossos sinceros parabéns.
Assim como Fênix, podemos dizer que o Atlético ressurgiu das cinzas. Atolado em dívidas e causas trabalhistas, rebaixado para a segunda divisão do campeonato estadual e com seu estádio demolido, o time goiano vem em uma crescente impressionante. Conseguiu voltar para a primeira divisão de Goiás em 2006, sagrando-se vice-campeão estadual no mesmo ano, e reconstruiu o seu estádio. Em 2007, finalmente, arrematou o título, que não vinha desde 1988. Este ano fez um belíssimo papel na Copa do Brasil, e na Série C é o líder absoluto e já classificado.
Nunca gostei de fazer comparações no futebol, principalmente em assuntos que envolvam o Ferrão. Mas, vendo este belíssimo exemplo do Atlético Goianiense, fica quase impossível não comparar.
Ferrão e Atlético. Ambos fundados na década de 30. O Ferrão em 33 e o Atlético em 37. Seus dinstitivos são muito parecidos. Em Goiás, o Atlético foi o primeiro time a surgir, decretando o início do futebol no estado. No Ceará, o Ferrão foi o primeiro clube a profissionalizar seus atletas, contribuindo para o progresso do futebol local. Por lá, o maior clássico de sempre foi Atlético x Goiás. Depois surgiu o Vila Nova, que conquistou muitos torcedores. Aqui, Ferroviário x Ceará já foi o clássico dos milhões. Hoje, o Fortaleza é que detém o posto de segunda maior torcida. O Ferrão tem nove títulos estaduais. Até a conquista de 2007, o Atlético também tinha o mesmo número de troféus. Ambos possuem quantidades iguais de vice-campeonatos estaduais: 21. Para completar, as principais torcidas organizadas dos dois times, Falange Coral e Máfia Atleticana, possuem uma declarada aliança de respeito e admiração. Grandes e fiéis, seus torcedores nunca os abandonarão e são capazes de fazer as mais variadas "loucuras" para ver o seu time jogar.
Dentre todas as impressionantes coincidências que estes tradicionais clubes brasileiros possuem, a mais importante ainda está por vir. Assim como Fênix, assim como o Atlético, o Ferrão também vem trabalhando forte para ressurgir e voltar a ser destaque no cenário futebolístico brasileiro.
Administração organizada e comprometida, comando técnico qualificado, contratações ousadas, valorização da prata da casa e marketing forte junto aos seus torcedores. Estes foram alguns dos pontos preciosos para o sucesso atleticano, e é nesse caminho que o Ferroviário deve, e está a, seguir.
Vale ressaltar que, teoricamente, o Ferrão tem uma tarefa mais fácil do que a enfrentada pelo Atlético.
Enquanto eles estavam na segunda divisão goiana e sem estádio, o Ferrão nunca sequer foi rebaixadado e é dono do melhor estádio particular do Ceará, pronto para receber novas obras de modernização.
Na época da sua pior situação, a distância estrutural entre o Atlético e seus dois principais rivais (Goiás e Vila) era enorme. Por aqui, tal diferença entre o Ferroviário e seus dois principais rivais (Ceará e Fortaleza) nunca foi tão grande, e vem ficando cada vez menor.
Outra grande diferença, e por isso disse que a tarefa coral era apenas teoricamente mais fácil, é que por lá a Federação valoriza verdadeiramente o campeonato e seus filiados, inclusive chegando a bancar grandes jogadores para os clubes. Consequentemente, a imprensa acaba tratando todas as forças por igual. Infelizmente, situações como essas ainda parecem ser impossíveis de se ver por aqui.
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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30/10/2008
Nos bastidores da festa
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Estive hoje à tarde no Náutico e a equipe de decoração, contratada especialmente para o evento de posse da nova diretoria, acertava os últimos detalhes da grande festa.
O local estava lindo! Três mil balões vermelho, preto e branco irão dar o tom coral da festa. Da entrada do Náutico até o início do salão principal, um corredor de 50 metros decorado com tecidos iluminados, uma super produção! No cantinho do salão encontrei um dos principais protagonistas da festa, o bolo em comemoração aos 75 do Ferroviário Atlético Clube. E que bolo! Um metro e meio de comprimento, todo confeitado com motivos corais. Parabéns Ferrão!
Postado por Vitor Borges Monteiro
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24/10/2008
De olho na telinha
Está chegando o final do ano e as reuniões do Conselho Arbitral da primeira divisão do Campeonato Cearense já estão ficando mais freqüentes. O Estatuto do Torcedor determina que a tabela de qualquer competição seja divulgada com 60 dias de antecedência, portanto, a partir do dia 10 de novembro deve sair a tabela do Campeonato Cearense de 2009 se cumprirem na risca o que recomenda o Estatuto do Torcedor.
Minha preocupação diz respeito aos jogos da televisão. Nos últimos campeonatos, o contrato com a emissora de televisão não havia restrição quanto às transmissões de jogos de equipes mandantes para a mesma cidade de realização da partida. Porém, nossos rivais da capital raramente tiveram na grade jogos transmitidos quando realizados em Fortaleza. Não por força contratual, e sim por bom censo. O problema é que esse bom censo, pelo menos nos últimos campeonatos, não se aplicaram nem para Ferroviário e nem para o Icasa. Dos sete jogos do Ferroviário em casa no Campeonato Cearense de 2008 contra equipes que não fossem nem Ceará e nem Fortaleza, dois jogos foram transmitidos (Ferroviário x Boa Viagem e Ferroviário x Icasa).
Eu sou a favor de liberar as imagens, mas precisa ter algumas condições definidas, tipo: I) Do ponto de vista institucional, não é interessante mostrar a marca Ferroviário em estádio vazio, desvaloriza a marca, básico! Portanto, em jogos do Ferroviário por acaso realizados no PV ou no Castelão, nunca liberar imagem!; II) Quanto aos jogos no Elzir Cabral, se o estádio estiver lotado ótimo a transmissão, não há prejuízo na renda e ainda se valoriza a marca ao liberar a imagem de um jogo com casa cheia. Entretanto, apesar de toda a expectativa de um Ferroviário motivado em 2009, não temos a garantia de sucesso, estádio lotado é conseqüência de boa campanha, então, a imagem deveria ser liberada com autorização previa de 7 (sete) dias. III) Por último, acho que as cotas devem ser diferenciadas para os clubes âncoras do campeonato e proporcionais à quantidade de jogos transmitidos. Com todo respeito aos clubes do interior, mas acho que a divulgação da cidade para eles já está de bom tamanho. Até porque, esse não é o objetivo das prefeituras? A divisão igualitária das cotas entre os clubes, como tem acorrido nos últimos contratos, prejudica as equipes que realmente possuem compromisso com o futebol cearense.
Quanto a operacionalização de uma tabela que não permitisse transmissões de jogos de clubes mandantes para a mesma cidade de realização da partida, na minha opinião é muito simples. Basta definir 4 (quatro) equipes âncoras. Em cada final de semana, duas jogam fora de casa e duas jogam em casa. As duas equipes que jogarem fora de casa, uma partida seria realizada no sábado e outra no domingo, justamente os jogos da televisão. Além disso, poderia ser definido que com sete dias de antecedência, as equipes mandantes poderiam liberar seus direitos de imagem, assim a emissora poderia redefinir sua grade de acordo com a demanda do campeonato e em consonância com os clubes.
Corrigido alguns detalhes contratuais, sem dúvidas as transmissões do Campeonato Cearense servem como forte instrumento de massificação dos clubes locais. Imaginem se em 94/95 os jogos fossem transmitidos? Quantos milhares de torcedores potenciais teriam se apaixonado pela Máquina Coral? Em qualquer pesquisa de torcida aqui no estado é possível verificar que Ceará e Fortaleza juntos possuem menos de 50% da preferência local. Precisamos mais do que nunca ganhar um título e, com o apoio das transmissões, nossa massificação será rápida, pois mais de 50% da população não torcem nem Ceará e nem Fortaleza e estão só esperando o Ferrão para torcer.
Postado por Vitor Borges Monteiro
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18/10/2008
Em busca da empolgação necessária
Muita gente estranhou a saída do treinador Fernando Polozzi. Às vezes no futebol, as coisas não ocorrem conforme o planejado e se faz necessário um ajuste de rota. Nada mais do que normal, ainda mais quando há tempo para correções. O que determinou a saída do treinador coral foi uma combinação de fatores que, somados, convergiram contra a estabilidade de seu cargo.
O nome de Polozzi foi escolhido porque ele realmente apresentou um belo trabalho no campeonato estadual. Chegou na virada do 1° para o 2° turno e a sua contratação - com uma bagagem incomparavelmente melhor que muitos profissionais que orbitaram na Barra nos últimos tempos - motivou, empolgou e surtiu o efeito imediato e necessário dentro de campo. A prova disso é que sob seu comando, o Ferroviário só foi derrotado para o campeão cearense.
Entretanto, uma coisa é trabalhar no clímax do campeonato. Outra bem diferente, é fazer um trabalho de base a médio prazo, longe dos holofotes e da atenção do público. A intenção foi boa. Porém, o efeito desejado não foi satisfatório. Digamos que a coisa esfriou. Talvez, Polozzi tenha esperado mais do Ferroviário. E, certamente, o Ferroviário esperou bem mais de Polozzi . Quando não há uma correspondência mútua, melhor cada um ir para o seu lado. Sem rancores e ressentimentos, de preferência.
A atitude só veio esta semana. Mas, a situação já vinha se configurando há mais de um mês. Quem conhece os bastidores, sabia disso. Quando o trabalho não é empolgante, quando o foco não é um só, quando não há sintonia de trabalho, quando sucessivos erros tornam a acontecer, caberá sempre ao presidente - o principal cargo do setor executivo - entrar em ação para corrigir as falhas existentes. Não é favor. É obrigação. Impossível é aguentar calado determinadas situações. E na minha opinião, a decisão foi acertada.
Cada um vai agora continuar sua vida. Polozzi certamente fará bons trabalhos em outros ambientes. Conhecimento, ele tem de sobra. E o Ferroviário continuará em busca da empolgação necessária, com outro treinador que vista a camisa e se comprometa a realizar um trabalho forte, dinâmico e intenso. Porque o Ferrão precisa disso. Marasmo, apatia e coisas do gênero não podem mais existir em nenhum setor do clube. Basta.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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15/10/2008
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Em 2007, o Ferroviário, maior colecionador de títulos de base do estado, foi seriamente prejudicado ao ficar de fora da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Em seu lugar, inexplicavelmente, o Fortaleza Esporte Clube foi indicado como representante do estado na competição.
Para quem não lembra do acontecido, segue trecho de matéria veiculada aqui no Portal Oficial do Ferrão, em 21/11/2006:
"A tarde de segunda-feira foi de frustação para os jogadores do Ferroviário Sub-20, brilhantes campeões estaduais da categoria, titulo conquistado no último sábado ao derrotarem o time do Ceará pelo placar de 2x1, no Castelão.
Durante todo o campeonato da categoria Sub-20, foi amplamente noticiado pelos orgãos de imprensa e pela Federação Cearense de Futebol, que o campeão do certame iria representar o Estado do Ceará na Copa São Paulo, enquanto que o vice-campeão seria nosso representante na Copa Alagoas, a exemplo do que já ocorrera no ano passado. Referido acordo teve a chancela do então Secretário da SEJUV, Sr. Lúcio Bonfim, que dentre outras atividades, é diretor do Fortaleza. Dentro de campo, Ferroviário e Ceará conquistaram esse direito fruto do esforço e dedicação de seus jovens atletas.
Para espanto de todos os desportidas locais, o Ferroviário foi surpreendido com a notícia de que, há mais de 15 dias, o Fortaleza Esporte Clube está inscrito para participar das duas competições. Ferroviário e Ceará foram passados para trás e ficaram a ver navios. Vale ressaltar que, dentro de campo, o Fortaleza foi desclassificado da competição pelo Ferroviário ainda em sua fase inicial."
Agora, quase 2 anos depois daquele vergonhoso episódio, eis que o próprio Fortaleza, descaradamente, vem reclamar de não ter sido mais uma vez o grande indicado do futebol cearense. Segundo texto da diretoria tricolor, a FCF, "de maneira covarde, indicou apenas o Ceará, time do coração do Presidente Mário Degésio, para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, edição 2009."
Morais da história: Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Reciclagem e moralização no futebol cearense, já!
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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